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Saiba quais são as 41 empresas que prometeram não demitir durante a pandemia

Um grupo formado por 41 empresas assinou no início de abril um manifesto que convoca outras empresas a participarem da iniciativa “Não Demita”.

O grupo pede que os empresários evitem demissões em massa por conta da crise do coronavírus por dois meses (até 31 de maio).

O manifesto afirma que a responsabilidade social de uma companhia é retribuir à sociedade o que ela proporciona, começando pelas pessoas que dedicam sua vida ao sucesso de um negócio.

“A verdade é que precisamos todos uns dos outros e, sob circunstâncias terríveis, estamos finalmente nos dando conta disso”, diz o documento.

As companhias que idealizaram o movimento são: Accenture, Alpargatas, Ânima Educação, Atmo Educação, Banco Inter, BR Distribuidora, BR Partners, Bradesco, BRF, BTG Pactual, Camil, C&A, CI&T, Cosan, Cyrela, Dasa, Grupo Boticário, Grupo Pão de Açúcar, Itaú Unibanco, J. Macêdo, JBS, Log Commercial Properties, Lojas Renner, Magazine Luiza, Microsoft, MRV Engenharia, Natura, Porto Seguro, PwC, Rede D´Or, Rodobens, Salesforce, Santander, Sapore, SEB, Stefanini, Suzano, UNIPAR, Vivo, WEG e XP Investimentos.

DESEMPREGO CHEGA A 12,1%
A taxa de desemprego do Brasil terminou o primeiro trimestre em 12,2%, com 12,85 milhões de desempregados no país, em um movimento sazonal, mas que já apresenta os primeiros sinais do impacto do coronavírus sobre o mercado de trabalho.

A Pnad Contínua divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta-feira (30) mostrou aumento da taxa ante 11,0% no quarto trimestre de 2019 e 11,6% nos três meses até fevereiro. No mesmo período de 2019, o desemprego era de 12,7%.

O resultado de março ainda ficou abaixo da expectativa pesquisa da Reuters de taxa de 12,5%, na mediana das projeções. É a maior taxa desde o trimestre encerrado em maio de 2019.

O mercado de trabalho brasileiro vinha esboçando uma recuperação em sintonia com a economia, mas agora sofre o golpe de um período sazonal que costuma mostrar que não houve sustentação das contratações feitas no final do ano anterior.

Entretanto, a pandemia de coronavírus vem mantendo lojas e comércios fechados devido ao isolamento social, e o mercado de trabalho tende a acompanhar a contração esperada no Produto Interno Bruto, com os impactos totais da pandemia ainda incertos e os isolamentos em muitos locais se prolongado por abril e maio.

“A pesquisa tem movimento sazonal de dispensas, mas tem claramente sinais do impacto do Covid-19”, disse o coordenador da Pnad Contínua, Cimar Azeredo. “O efeito da pandemia já apareceu de claro e de pronto em março.”

Com informações do Meio&Mensagem e Agência Reuters


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