Carreira

15 modelos de currículos prontos para baixar e preencher

Para quem está em busca do primeiro emprego ou de recolocação no mercado de trabalho, o site da revista Exame reuniu uma série de modelos prontos de currículos para baixar gratuitamente e preencher.

A lista foi organizada com ajuda de especialistas em recrutamento e traz opções diversas para profissionais de diferentes níveis e áreas de atuação.

Vale destacar que, entre as principais funções do currículo, estão chamar a atenção do recrutador e servir como roteiro da conversa promovida na etapa presencial da seleção.

Objetividade é uma regra geral de qualquer bom currículo. Por conta disso, duas páginas bastam para transmitir as principais informações.


MODELO 1 – ESTUDANTE

Esse modelo é indicado para aqueles que estão se candidatando a um estágio ou em busca do primeiro emprego.

Todo o destaque é dado para a formação acadêmica, o item mais importante para os recrutadores de estudantes ou aprendizes.

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MODELO 2 – ESTAGIÁRIO

Esta é outra boa opção para quem está começando sua trajetória profissional. Segundo Telma Mantovani, diretora de transição de carreira da STATO, o diferencial deste modelo é o destaque para área de interesse, formação e idiomas.

“No campo de informações adicionais pode constar trabalho voluntário, uma possível porta de entrada para empresas que tenham uma área de responsabilidade social forte”, diz Telma.

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MODELO 3 – TRAINEE

No campo resumo das qualificações há espaço para falar sobre as aptidões e as habilidades adquiridas e adequadas à área de interesse.

Graduação e vivências internacionais podem justificar as competências, além de experiências profissionais. “É neste campo que o profissional vai vender o seu peixe e explicar por que deve ser contratado para o cargo”, diz Larissa Meiglin, assessora de carreira da Catho.

Muitas vezes o trainee já tem alguma experiência. “Pode não ser relacionada à área, mas mesmo assim é um diferencial”, diz Larissa.

No campo experiência profissional vale colocar experiência em empresa júnior e trabalhos informais, desde que haja um contato para referências. Erros comuns, segundo a especialista, ocorrem na especificação do nível de proficiência, que deve ser ancorada em testes formais e também no campo de vivência internacional.

“Muitas pessoas querem contar toda a história da experiência no exterior. O ideal é apenas mencionar brevemente a escola ou a empresa, o país, o período e deixar para conversar na entrevista”, diz.

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MODELO 4 – ESTAGIÁRIO OU TRAINEE

Para apostar na objetividade. Enxuto, este modelo dá mais destaque à formação acadêmica e ao domínio de idiomas, posicionados à frente do campo de experiência profissional.

Para trainees há a possibilidade de destacar cursos de pós-graduação e especializações realizadas. Também há espaço para valorizar atividades extracurriculares como trabalho voluntário, organização de eventos na universidade, cursos e participação em workshops.

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MODELO 5 – POSIÇÕES INICIAIS

Se você está começando a sua trajetória profissional, esta disposição das informações é a mais indicada para você, segundo Francis Nakada, consultor da Produtive.

Isso porque o modelo ajuda a explorar estágios, intercâmbios, cursos complementares, eventos e palestras – tudo que possa já indicar uma possível área de interesse do jovem candidato. Informações adicionais, como trabalhos voluntários, também têm espaço garantido neste template.

É importante: os recrutadores costumam usar esses dados para verificar se o perfil do jovem profissional está alinhado à cultura da empresa.

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MODELO 6 – POSIÇÕES INICIAIS

Assim como o anterior, este formato é ideal para quem ainda não conta com uma trajetória muito extensa.

A configuração é ideal para jovens profissionais porque facilita a visualização das habilidades técnicas e comportamentais, o grande recurso do candidato nesse nível. A recomendação é de Lucas Nogueira, gerente sênior da Robert Half.

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MODELO 7 – ANALISTA

Profissionais que pleiteiam posições de analista normalmente têm alguma experiência, mas a formação acadêmica e as responsabilidades técnicas ainda são diferenciais aos olhos do recrutador.

Se você se enquadra no perfil, este modelo é vantajoso por dar mais espaço para o passado acadêmico e experiências técnicas do que para os resultados. A indicação é de Telma Mantovani, diretora de transição de carreira da STATO.

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MODELO 8 – ESPECIALISTA OU GESTOR JÚNIOR

De acordo com Francis Nakada, consultor sênior de carreira da Produtive, este template vale para quem está formando sua identidade profissional, isto é, começa a direcionar sua carreira para uma determinada área.

Este formato de CV é adequado para essa fase porque tem foco na especialização do profissional, geralmente orientada à sua área de interesse.

O modelo também põe em destaque a execução de atividades, além de informar as atribuições e responsabilidades em cada cargo, bem como certificações e cursos relevantes.

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MODELO 9 – GERENTE

Para dar destaque, no resumo das qualificações, para o que de mais peso adquiriu na sua trajetória profissional. “Estas informações serão as primeiras lidas pelo recrutador”, diz Larissa Meiglin, assessora de carreira da Catho.

Sobre experiência profissional, a especialista indica que sejam informados os 10 últimos anos ou as 5 passagens por empresas mais recentes.

“O restante é opcional, pode fazer uma breve menção pata destacar uma promoção, ou uma ascensão rápida”, diz Larissa. Outra dica da assessora de carreira da Catho é que caso a idade do profissional seja omitida, é melhor omitir também o ano de conclusão dos cursos de graduação. “Esta é uma dúvida frequente”, diz.

Pretensão salarial, para currículos neste modelo para impressão, só deve entrar no currículo se for uma exigência. “ Não se coloca a pretensão para dar margem de negociação no momento da entrevista”, diz.

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MODELO 10 – GERENTE

Neste patamar, o currículo deve evidenciar pontos como experiências de liderança, responsabilidades, resultados e evolução da carreira.

De acordo com Telma Mantovani, diretora de transição de carreira da STATO, a seção de idiomas também merece destaque no CV para o nível de gerência, sobretudo se há a intenção de trabalhar numa empresa multinacional.

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MODELO 11 – GERENTE OU DIRETOR

Nesse modelo é ideal para destacar pontos fortes e realizações profissionais. A consultoria indica que o candidato informe o que há de mais relevante logo após os dados pessoais.

De acordo com a equipe da FLOW, este modelo pode ser utilizado também por gerentes e diretores. Para estes profissionais, é importante destacar que a experiência profissional é mais relevante do que a formação acadêmica, por isso a ordem do modelo deve ser invertida.

Outro ponto importante é em relação ao domínio de idiomas. Se não é um ponto forte, melhor deixar a informação no fim do currículo. No campo cursos extras e/ou certificações, formações básicas como Pacote Office não devem entrar no currículo de profissionais que buscam cargos de liderança.

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MODELO 12 – GERENTE OU DIRETOR

Este tipo de CV combina com o momento da consolidação profissional de um executivo. “Nessa hora, é importante que o currículo deixe de transmitir tantas informações da rotina operacional e passe a enfatizar outras questões”, diz Francis Nakada, consultor sênior de carreira da Produtive.

Por isso, o foco aqui está nos dados gerenciais, como budget, faturamento, gestão de equipe (direta ou indireta), relatórios e estruturação de projetos. Também vale a pena destacar resultados, como redução de custos e otimização da receita, além de explicitar as áreas que já estiveram sob a sua responsabilidade.

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MODELO 13 – MUITA EXPERIÊNCIA

De acordo com Lucas Nogueira, gerente senior da Robert Half, este formato é mais adequado para quem que já acumulou diversas vivências profissionais e acadêmicas.

A principal vantagem do modelo, diz Nogueira, é permitir agrupar as diversas passagens do candidato em blocos. “É uma forma organizada, clara e objetiva de mostrar a sua ampla experiência”, explica ele.

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MODELO 14 – CEO

O currículo do CEO normalmente é enxuto e objetivo, pois o executivo que alcançou esse patamar não precisa se apegar a longas descrições, afirma Francis Nakada, consultor sênior de carreira da Produtive.

A sugestão do especialista é destacar as principais ações que trouxeram impacto para a empresa, tais como histórico de fusões ou aquisições, estratégia e planejamento de negócios e resultados.

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MODELO 15 – CEO OU GESTÃO

Outra alternativa para presidentes de empresa é este modelo, ainda mais enxuto. Aqui as atividades desempenhadas pelo profissional se concentram no resumo do currículo.

O objetivo é evitar repetições, já que as responsabilidades exercidas nas últimas empresas em que o executivo trabalhou podem ser um pouco parecidas, explica Telma Mantovani, diretora da STATO.

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MODELO 16 – CEO OU DIRETOR

O currículo de um presidente é bastante peculiar, diz Telma Mantovani, diretora da STATO. A ênfase deste formato vai para realizações e entregas importantes.

“Entende-se que o executivo já tenha passado por experiências em diversas áreas, então é muito comum que o documento tenha apenas uma página”, diz a especialista.

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MODELO 17 – CARREIRA ACADÊMICA

Para destacar a formação e as realizações acadêmicas, além de títulos e experiência relacionada ao ensino. O modelo está disponível no Office 2013.

O fio condutor do documento é a cronologia das formações (graduação, mestrado, doutorado), títulos e experiências profissionais.

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Com informações da Exame


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